segunda-feira, 26 de julho de 2010

Dicas Butequeiras - Personalize seu copo

Crio aqui uma seção que, num blog que tem o nome que o nosso tem, não poderia deixar de haver: DICAS BUTEQUEIRAS! Esta seção objetiva fornecer ao leitor sem tanta experiência butequeira subsídios para que ele possa aproveitar da melhor maneira possível o seu merecido descanso no buteco, com aquela cerveja barata e mulher mais ainda. Aos mais experientes, a seção também será de grande valia, pois a troca de dicas apenas aumentará o nosso conhecimento filosófico butequeiro. Portanto, a primeira dica é: Personalize o seu copo de cerveja!
Você chegou no bar, sentou na mesa com a galera e pediu a cerveja nossa de cada dia. Tem gente que troca de lugar, outros vão ao banheiro, alguns mudam de mesa (de preferência pra onde tenha mais mulher) e daí você entende aquele velho ditado: “copo de bêbado não tem dono”. O problema é que no mês seguinte, você fica com herpes, alergia ou câncer e não sabe porquê. Ou pode até ser que no dia seguinte mesmo você acorde todo dolorido em certas partes por causa de um Boa Noite Cinderela. Oras, quem mandou você não cuidar do seu copo? Alguém zoou com ele, meu caro sabichão. Por isso, a partir do momento que você receber seu copo, agarre-se a ele como nunca na vida! Mas se por alguma razão tiver que se afastar dele, personalize-o. Vale tudo. Desde colar aquele rótulo menor da garrafa no copo até desenhar com canetinha hidropônica uma carinha feliz. Não acho que o dono do bar vai gostar desta última, mas não interessa, afinal mais vale um copo violado na mão do que o seu cuzinho saudável voando.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Dia do Amigo

Ontem foi dia do amigo, então decidi postar alguma coisa dedicada a todos eles, inclusive aos chatos.

Sempre quando chamo meus amigos para tomar algumas cervejas recebo uma enxurada de motivos para não sair: hoje é segunda, não tenho dinheiro, doente, meio de semana não dá, etc...

Então, para todos esses caríssimos "pregos", venho sugerir os seguintes motivos para enchermos a cara no bar mais próximo:
Agora faço um apelo para que todos os caros coleguinhas percebam que o mundo está indo ladeira abaixo, com grande velocidade. Portanto constatem a intensidade desses motivos comparados com os usados para não nos alcoolizarmos e venham para o lado líquido da força.

Então, vamos?


Ps.: Hoje não posso beber porque tomando antibiótico até sexta. Sério! Hahaha

sábado, 17 de julho de 2010

Toalha, Rourke e Bukowski

História sobre brio e moral sempre contada por mim no buteco e ovacionada (com ovos) pelos ouvintes sempre atentos. Adapatada por este que vos escreve, contada pelo meu pai, que diz que leu num livro do Bukowski e este, por sua vez, não mente nem desmente sobre a veracidade da mesma.
E eu também não faço questão de buscar o texto original, pois quando fizer.... vou perceber que a história não é tão boa quanto eu pensava... E ela é boa, sim, porra!

(Antes de ler, seria mais interessante o ignóbil leitor saber quem são Charles Bukowski e Mickey Rourke. Não vou explicar aqui... Dá um google aí, seu leitor acultural!)

Bukowski chega na casa do Mickey pra beber umas. Papo vem, (muito, mas muito mesmo!) uísque vai, Bukowski diz:
- Poutz. Preciso dar uma mijada.
- Segunda à esquerda, diz Mickey.
Bukowski chega no banheiro e se depara com uma toalha de banho enrolada e com uma das pontas enfiada no ralo da pia.
Ele dá a mijada olhando de soslaio pra toalha. Lava a mão, mesmo com a pia semi-obstruída, molhando a toalha, mas sem retirá-la dali.
No caminho de volta para a sala pensa: "Se eu perguntar o que aquela porra de toalha está fazendo lá, me fodo, porque é exatamente isso que esse filho da puta quer que eu faça."
Bukowski volta, senta e bebe como se nada tivesse acontecido.
Contudo, o homem é, por natureza, um animal curioso e ao não satisfazer sua curiosidade, explode. Bukowski se rende e, mesmo sabendo que "perdeu" ("perdeu o que?", questionarão alguns imbecis, aos quais não me digno a responder), pergunta:
- Mickey...?
- Ahn?, sonoriza Mickey sem sequer abrir a boca, mas com uma leve, quase imperceptível, mudança nos lábios, de forma a lembrar Clark Gable.
- O que aquela merda de toalha está fazendo enfiada no ralo da pia do banheiro?
Mickey fita impassivelmente Bukowski por alguns segundos, que, para este, parecem uma eternidade, e o questiona:

- TOALHA? QUE TOALHA?

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Caso Bruno

Esse caso Bruno é tenso!

Eu fico imaginando a conversa do Bruno com seu advogado, logo no começo das investigações:

..........................................

Bruno: - Alô? dr.? O barraco tá caindo pro meu lado!

Advogado: - Calma, Bruno, primeiro me explica o que que está acontecendo, porque pra tudo nessa vida tem solução.

Bruno: - É o seguinte dr.: matei minha amante, sequestrei o nosso filho recém nascido, piquei ela, dei algumas partes para os cachorros e as outras eu concretei. Agora a polícia tá atrás de mim.

Advogado: [Silêncio]

Bruno: - Alô dr.? tá me ouvindo? Dr.?

Advogado: - Olha Bruno a coisa tá feia pro seu lado... Você fez tudo isso sozinho? Porque se tiver mais alguém talvez a gente consiga jogar a culpa pra outro cara.

Bruno: - Ih dr., eu fiz tudo sozinho.

Advogado: Caramba Bruno, aí você complica as coisas, vou te contar a verdade, não tô vendo muita saída pra esse teu caso não!

Bruno: [Silêncio]

Advogado: Espera aí Bruno, você não tinha um amigo estranho? Um que tatuou “Bruno e Maka – a amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir, amor verdadeiro?

Bruno: Sim, é o Macarrão.

Advogado: Ele mesmo, então, liga pra ele e fala pra ele assumir a culpa em nome desse "amor verdadeiro".

Bruno: Mas será que cola dr.?

Advogado: Vai por mim que vai dar certo!

Bruno: Tá bom dr., mais tarde te ligo! Tchau.

..........................................

A minha única certeza é que o Macarrão, com aquela tatuagem dele, vai virar Rondelli na prisão.


Obs.: Essa é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais terá sido mera coincidência, ou não.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Amigo(a) de foda

Sexo amigável, foda fixa, transa sem compromisso, pinto amigo, fuck friend, enfim... Nomes há de monte. Solução, que é bom, nenhuma. Como conciliar amizade e sexo? Seinfeld, a melhor série de comédia de todos os tempos, nos apresenta Elaine e Jerry. Estas duas almas ficaram unidas por algum tempo, num quase namoro maduro, mas acabou-se o que era doce. Daí um dia, no espisódio 2x09 (The Deal), os dois se olham e...

[Elaine] - Às vezes, coisas me ocorrem.
[Jerry] - Para mim também.
[E] - Você não pode esquecer completamente o passado.
[J] - Claro que não.
[E] - Foi uma coisa que a gente fez.
[J] - Provavelmente... umas vinte e cinco vezes.
[E] - Trinta e sete.
[J] - A gente sabe bem o que fazer lá dentro.
[E] - Conhecemos o terreno.
[J] - Não há surpresas. O que você acha?
[E] - Sei lá, o que você acha?
[J] - É algo a ser considerado.
[E] - E se a gente fizesse?
[J] - Qual é o problema? A gente vai para lá... fica lá um pouco e volta para cá. Não é complicado.
[E] - É quase idiota não fazermos.
[J] - É burrice!
[E] - Absurdo!
[J] - Claro... eu acho que talvez poderiam surgir alguns probleminhas.
[E] - Sempre há uns poucos.
[J] - Se acontecesse alguma coisa e não fôssemos mais amigos... Isso seria ruim.
[E] - Devastador.
[J] - Porque isso é muito bom.
[E] - E aquilo seria bom.
[J] - Aquilo também seria bom. A idéia é combinar isso com aquilo. Mas isso não pode ser abalado.
[E] - Sim, a gente só quer pegar isso... e adicionar aquilo.
[J] - Mas a gente precisa descobrir um jeito de evitar as coisas que causam os probleminhas. Talvez algumas regras. Por exemplo... agora eu te ligo quando estou a fim e vice-versa. Mas com aquilo, podemos sentir... uma certa obrigação de ligar.
[E] - Por que tem que ser assim? Tive uma idéia. Nada de telefonemas no dia seguinte àquilo.
[J] - Beleza. Vamos fazer disso uma regra.
[E] - Está feito, senhor!
[J] - E aqui tem outra regrinha. Hoje, cada um tem seu canto para descansar. Às vezes, quando as pessoas se envolvem naquilo sentem-se pressionadas a dormirem juntas. Enquanto aquilo não é exatamente “dormir". Dormir é diferente daquilo. E não entendo porque dormir está tão intrinsecamente ligado àquilo.
[E] - Ok, ok. Regra número dois: passar a noite é opcional.
[J] - Agora estamos chegando em algum lugar.
[E] - E o beijo de despedida?
[J] - Essa é difícil. Sua vez.
[E] - É uma convenção.
[J] - Ótimo. Bom...
[E] - Bom...
[J] - Está pronta?
[E] - Pronta.
[J] - Pode lidar com isso?
[E] - Com certeza!

Com certeza... que não! Óbvio que o acordo não dá certo, Elaine pira na batatinha, porque não tinha entendido o acordo (mulheres... nunca leem a porcaria do contrato de foda fixa!), como em todo caso desse tipo. Seguindo o conselho do Minero, vou escrever pouco neste post (mesmo porque já usei o Ctrl + C demais por aqui).
Eu quero é que os leitores participem deste post! Por favor, respondam o seguinte questionário (se identificar é opcional, mas, obviamente, mais interessante):

1) Você tem algum amigo(a) com quem gostaria de ter uma foda fixa?
2) Você já tentou ter uma foda fixa com este(a) amigo(a) ou qualquer outro(a)?
3) Teve sucesso, no sentido de conseguir conciliar amizade e sexo, sem perder o(a) amigo(a) ou a transa?
4) Se não teve sucesso, o que ocorreu?

Depois de respondidas as questões, elas serão analisadas, calculadas, colocadas em um gráfico bem colorido e mandadas para o IBGE. Este blog busca cumprir sua função social. Ajudem-nos!
Obrigado.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Atari

Ainda me pergunto se a melhor descoberta da humanidade foi o fogo, a roda ou o videogame.

O Atari 2600 era uma maravilha tecnológica da época que impressionava qualquer criança.

Lembro até hoje quando ganhei o meu, achei maravilhoso aquelas formas e cores na TV, e o melhor é que elas eram controladas por mim!!!

Para mim o Atari tinha vantagens sobre os videogames atuais:
  • Era um videogame social: claro que você poderia jogar sozinho, mas, como os jogos não tinham fim, era muito mais divertido competir com seus amigos para ver quem fazia a maior pontuação (Pitfall! você tinha meia hora de jogo ou três vidas).
  • Desenvolvia a imaginação: ou vocês acham que se apresentarem esta imagem para uma criança hoje ela vai falar que é um policial e um ladrão dentro de um shopping (Keystone Kapers)?

  • Desenvolvia a paciência: por dois motivos, primeiro que quando você "morria" em um jogo ele ficava mais difícil ainda! Quem não lembra de Enduro? E em segundo lugar que quando você quebrava a alavanca do controle (provavelmente jogando Decathlon) teria que esperar semanas até seu pai comprar outro.
Hoje o Playstation 3 ou Xbox 360 têm gráficos perfeitos que chegam a parecer imagens reais e jogos que você prefere jogar sozinho do que compartilhar com os amigos.

Não que eu não tenha me rendido a esses novos videogames (tenho um Wii e um DS), mas sinto muitas saudades da época do Atari!

- Para os saudosistas como eu, ou aqueles muito novos para se lembrarem vai aí um site para todos.

Jogos de Atari

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O Segredo de Seus Olhos

Estou atrasado. Tenho que sair do escritório em 10 minutos. Porém, não posso me privar de realizar minha função de indicador cinematógrafo: por favor, façam um favor à sétima arte, ao Cine Com-Tour (que merece mais atenção por parte dos londrinenses), mas, principalmente, a si mesmos e assistam o filme O Segredo de Seus Olhos.

Passando no Cine Com-Tour (Av. Tiradentes nº 1241), diariamente às 20:30. Aos sábados e domingos, também têm sessões às 16:00. Contudo, acho que quinta eles mudam a programação, então corra! E vá assistir hoje mesmo, porra!
Ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, ficou 18 semanas consecutivas no topo do ranking argentino e é o filme dos hermanos mais visto por lá nos últimos 35 anos. Não vou falar nada da história por aqui, me limitando apenas a dizer que a história envolve um crime, mas que também tem humor, romance, drama e até discussões jurídicas!

Críticas do filme:
- do Filosofia Butequeira (juro que quando eu tiver mais tempo faço!).

Abraços.

sábado, 3 de julho de 2010

O Dunga do Dunga...

Vamos elucidar aos menos esclarecidos o motivo do Brasil ter perdido a copa, e sem teorias de conspiração!!!!
Logo após o fiasco de 2002 o Sr. Ricardo Teixeira, então (e aparentemente eterno) presidente da CBF, após apontar seus bodes expiatórios, no caso Ronaldo e Roberto Carlos (vai Curintchiáááá), decidiu que precisava de uma reviravolta na seleção, uma mudança de ambiente e de pessoal.
Tendo isso em mente, precisava-se começar do começo, de quem realmente manda no futebol, do tecnico. Mas qual?!?!? Afinal Parreira tinha acabado de te tomar no boga, Luxamburgo é brigado com o Sr. R.T. (Ricardo Teixeira) assim como Leão, Felipão não queria essa bucha de jeito algum, e fora esses 4 não tinhamos nenhum candidato real e com capacidade de dirigir os Canarinhos (acho muito gay esse apelido) e contratar um estrangeiro no país do futebol seria inconcebivel. Dai a brilhante idéia: Um campeão mundial, que denote raça, força, garra e principalmente superação......"Porra chama o Dunga" ecoou nos corredores da CBF. E do alto de seus 1,77m de pura humildade disse: "Más , é nóis que treina então chê!!!" .
Então começou seus trabalho na Seleção, mais exatamente dia 24 de julho de 2006, com um estilo de jogo completamente diferente do habitual, feio, amarrado típico de um 1° volante brigador. Suas convocações sempre foram marcadas pela abundância de jogadores de marcação e por um ou outro desconhecido (Afonso, , Filippe....) e pela presença de Felipe Mello.
Aqui chegamos no ponto critico do porque o Brasil perdeu esse caneco, esse futebol amarrado e sem criação cheio de volantes que o Brasil apresentou durante a copa Felipe Mello seria o volante responsável por dar o 1° combate e Gilberto Silva por fazer a cobertura, porém faltou a Felipe (assim como em 90 faltava a Dunga) o discernimento entre o que é combate no futebol e o que é combate nas artes marciais. Foi assim durante toda a competição, como no jogo contra a Costa do Marfim e finalmente contra a Holanda com o épico pisão em Robben, isso sem falar de outras inúmeras faltas e bolas perdidas.
E assim em um lance (nesse caso 2 pelo gol contra) de um jogador perdemos a copa, por culpa de Felipe Mello, que é grosso, ruim de bola, sem preparo piscológico mas principalmente por causa de Dunga que por pura impáfia convocou Felipe aparentemente apenas por faze-lo lembrar de si mesmo quando tinha a mesma idade, sendo o Dunga do Dunga.
Após a "Era Dunga" tem inicio a "Era Felipe Mello".

E TENHO DITO!!!!!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Double de mulheres e ditados.

Se eu não adorasse mulheres, as odiaria. Minto. Eu as odeio, mesmo não vivendo sem elas. Talvez exatamente porque não viva sem. Mas, definitivamente, não apenas por isso. Divago...

Estávamos eu e certo amigo numa baladinha (ela não é colega do blog AINDA, mas acho que um dia fará parte dessa porcaria). Eu estava de blazer. Blazer novo. E eu me achando foda.
Bem, a festa se deu na quarta-feira, noite sem sal e, por isso mesmo, um atrativo era necessário. Melhor dois: mulher free + double bohemia até as 00:00. Não sou fã de bohemia, mas sou de mulher, e o troço funcionou. Choveu mulé e uma delas me perguntou, com aquele velho, mas eficiente, jeito de cupido de 8ª série:
- Oi, tudo bem? Tem uma amiga minha querendo te conhecer.
Fomos apresentados. Era a mais gostosa da balada! Com um vestidinho cinza tão colado que me fazia pensar em como entrar nele (com ela e não eu sozinho no vestido, claro), porque uma vez dentro, com certeza eu não conseguiria sair. Dois minutos de conversa e descubro que a mocinha tinha 18 anos (é, mocinha mesmo...). Mais dois minutos, as amígdalas dela estavam se dando muito bem com minha língua.
Pouco depois, fui pegar cerveja e, novamente, me aparece a cupido de pré-escola:
- Oi, tudo bem? Tem uma amiga minha querendo ficar com você.
- Você tomou seu remedinho hoje, amor? Eu já estou ficando com sua amiga.
- Não, não. É outra amiga.
[O blazer estava fazendo sucesso, mesmo! Porque convenhamos, “eu normal” sou um fracasso. Corta pro meu pensamento, imaginando outra ninfetinha. Corta pra camiseta verde que eu sempre uso, na qual está escrito “Threesome”. Corta pro meu amigo chupando o dedo.]
- Ah, traz sua amiga aí, então! Vamos ver no que dá!
Nisso, a mocinha de cinza chega e eu digo:
- Ah, sua amiga disse que tem outra amiga sua a fim de ficar comigo.
[Corta pra cara irritada da menina. Eu, razoavelmente bêbado, tento consertar]
- Mas não liga, não. Vou continuar ficando com você, porque “mais vale um pássaro na mão que dois voando.”
Bom, a mocinha não gostou. Me xingou, falou que eu era eu grosso e, na verdade, tentava ficar com as duas. E estava mesmo! E se ela percebeu o que eu tentava fazer, quer dizer que fui sincero com ela! E eu fui sincero nas 2 vezes, pois é claro que eu ficaria com as duas! Mas também é óbvio que eu preferia continuar com ela que nada. E aí? Pedem sinceridade e quando a têm, nos jogam na cara nossos defeitos tão bem escondidos (mas que, ainda assim, elas conseguem desenterrar!).
Mais no final da noite, ela veio conversar comigo, mas daí eu já tava puto e respondi:
- Ah, quer saber? Agora, eu é que não quero mais. E quando um não quer, dois não ficam!

E fomos embora eu, meu blazer e meu amigo desconsolado, juntamente com meus ditados maravilhosos e minhas dúvidas sobre o sexo oposto.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Zumbilândia

Segundo a Wikipédia, zumbi é:

“um ser humano dado como morto que, segundo a crença popular, foi posteriormente desenterrado e reanimado por meios desconhecidos. Devido à ausência de oxigênio na tumba, os mortos vivos seriam reanimados com morte cerebral e permaneceriam em estado catatônico, criando insegurança e medo nos vivos.”

Ora, se retirarmos a parte inicial da definição e trabalharmos somente com a parte grifada do conceito proposto, garanto que todos encontrarão uma grande gama de zumbis andando pelo mundo, principalmente no Brasil.

Pessoas catatônicas que governam países sem ao menos saber o que seu povo necessita (né, Lula, Evo e Hugo?). Ou até mesmo pessoas comuns em um estado tão profundo de catatonismo que não se interessam pelo que acontece a sua volta. Todos estes tipos criam “insegurança e medo nos vivos”.
Uma Pessoa infectada com a “zumbirite” (mais um neologismo, Pedro) tende a não se manifestar sobre nada que acontece a sua volta, não se interessando por nenhum assunto, agindo somente pelos seus interesses e instintos básicos de se alimentar e consumir o máximo possível. Estes seres são parasitas que não deveriam existir e devem ser suprimidos.

Os zumbis nos filmes somente são eliminados com tiros na cabeça, porém estes zumbis reais são muito mais difíceis de erradicar, para lidar com esta peste é necessário que se aplique uma boa dose de ensino com uma pitada de educação familiar. Estas duas soluções agem também como vacina e impedem a proliferação deste problema que nos assola.

Caso esta saída não seja aplicada logo, somente restarão poucos sobreviventes desta esta epidemia e aí sim deverão ter que recorrer aos métodos da ficção e buscar suas armas de fogo.