sábado, 3 de julho de 2010

O Dunga do Dunga...

Vamos elucidar aos menos esclarecidos o motivo do Brasil ter perdido a copa, e sem teorias de conspiração!!!!
Logo após o fiasco de 2002 o Sr. Ricardo Teixeira, então (e aparentemente eterno) presidente da CBF, após apontar seus bodes expiatórios, no caso Ronaldo e Roberto Carlos (vai Curintchiáááá), decidiu que precisava de uma reviravolta na seleção, uma mudança de ambiente e de pessoal.
Tendo isso em mente, precisava-se começar do começo, de quem realmente manda no futebol, do tecnico. Mas qual?!?!? Afinal Parreira tinha acabado de te tomar no boga, Luxamburgo é brigado com o Sr. R.T. (Ricardo Teixeira) assim como Leão, Felipão não queria essa bucha de jeito algum, e fora esses 4 não tinhamos nenhum candidato real e com capacidade de dirigir os Canarinhos (acho muito gay esse apelido) e contratar um estrangeiro no país do futebol seria inconcebivel. Dai a brilhante idéia: Um campeão mundial, que denote raça, força, garra e principalmente superação......"Porra chama o Dunga" ecoou nos corredores da CBF. E do alto de seus 1,77m de pura humildade disse: "Más , é nóis que treina então chê!!!" .
Então começou seus trabalho na Seleção, mais exatamente dia 24 de julho de 2006, com um estilo de jogo completamente diferente do habitual, feio, amarrado típico de um 1° volante brigador. Suas convocações sempre foram marcadas pela abundância de jogadores de marcação e por um ou outro desconhecido (Afonso, , Filippe....) e pela presença de Felipe Mello.
Aqui chegamos no ponto critico do porque o Brasil perdeu esse caneco, esse futebol amarrado e sem criação cheio de volantes que o Brasil apresentou durante a copa Felipe Mello seria o volante responsável por dar o 1° combate e Gilberto Silva por fazer a cobertura, porém faltou a Felipe (assim como em 90 faltava a Dunga) o discernimento entre o que é combate no futebol e o que é combate nas artes marciais. Foi assim durante toda a competição, como no jogo contra a Costa do Marfim e finalmente contra a Holanda com o épico pisão em Robben, isso sem falar de outras inúmeras faltas e bolas perdidas.
E assim em um lance (nesse caso 2 pelo gol contra) de um jogador perdemos a copa, por culpa de Felipe Mello, que é grosso, ruim de bola, sem preparo piscológico mas principalmente por causa de Dunga que por pura impáfia convocou Felipe aparentemente apenas por faze-lo lembrar de si mesmo quando tinha a mesma idade, sendo o Dunga do Dunga.
Após a "Era Dunga" tem inicio a "Era Felipe Mello".

E TENHO DITO!!!!!

3 comentários:

  1. faz parte do ser humano querer ver o circo pegar fogo e pobre do palhaço morrer queimado, tb faço parte disso(talvez nao agora/note como a doença muda as pessoas)...acredito que como comentarista vc , bem, vc tem qualidades infinitas. e tenho dito.ps:para manter um bom blog tb é necessario apagar certos comentarios.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. A memória dos fins de semana.

    Mt bem lembrado meu caro neto...Já achamos um bode espiatório (quem sabe dois), mas esquecemos de outros detalhes. Entendo q seja resultado da nossa memória de fim de semana. Dizem que "é incrinvel como nossa memória só lembra dos fins de semana. pois durante a semana, deparamos com uam seleção, ainda mais latina no q tange ao equilibrio emocional, ou já esquecemos o Kaká bad boy? Em um time onde a maioria é campeã mundial (interclubes ou na seleção), alguém tinha q ter tomado as rédeas metafísicas desta carruagem, tendo como escudo o profissionalismo e como espada (o tarr do jeitinho brasileiro) para nos deferdermos dos rojões de provocação dos inimigos. Sendo assim, ao rebrirmos as gavetas da memória de "um fim de semana" aonde estava o dunga? aonde estava o lúcio p ajudar o ataque? aonde estava robinho qdo pedalava se objetividade ainda no meio de campo? aonde foi o kaká disciplinado e equilibrado? O q lebramos, e lembramos MT BEM é daquela tarde de SEXTA-FEIRA, in a beauty sunny day, dia nacional do Felpe Melo que, sedento por sangue, cravara suas presas metálicas em um dos Holandeses que, conosco aprendera a arte da malandragem. E desplicentemente continuam a ressoar como "é incrível como nossas memórias só lembram dos fins de semana".

    HERSON

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