sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Eleições

[modo politizado ligado]

Política era para ser sério, mas, aqui no Brasil, conseguimos deturpá-la de tal forma que candidatos como Tiririca, Kiko do KLB, Vampeta e Mulher Pera tenham uma chance real de se eleger.

Isto acontece porque o Brasileiro ainda não compreendeu que voto de protesto é voto NULO! Se não gostar de nenhum candidato, não vote no "menos pior" ou no mais engraçado, isto pode transformar nosso país em um circo (considerando que ainda não chegamos a este ponto). O voto nulo existe por este motivo, para que possamos expressar nosso descontentamento com a política em geral sem avacalhar com o Estado.

Temos candidatos de todo o tipo graças a Constituição de 88, que, para demonstrar como o Brasil é uma sociedade igualitária, não apresenta muitos requerimentos para se candidatar. Com este precedente criamos uma sociedade onde TODOS podem ser eleitos, inclusive os analfabetos e semi-analfabetos que não tem capacidade de criar projetos de Lei.


Clique para aumentar

Não tenho a pretensão de pedir às pessoas que votem nulo sem motivo, somente peço analisem suas opções e escolham um candidato digno de seu voto, caso não encontrem nenhum aí sim anular seu voto.

[modo politizado desligado]

Ps1.: A melhor propaganda política até agora é a do Tiririca, para aqueles que ainda não viram, tá aí:



"Vote tiririca, pior que tá não fica" Hahahaha!


Ps2.: Sim o post ficou curto, fazer o que?

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Direito de Resposta

Em cumprimento a sentença do Exmo. Doutor Juiz de Direito da 3ª vara da comarca da Blogsfera, em ação de Direito de Resposta movida pelo Sr. Mineiro contra Sr. Peidro, o mala, interrompemos nossa programação normal para exibir texto de resposta do Sr. Mineiro:

Caros leitores, recentemente, neste aclamado blog, fui difamado e ameaçado em um post absurdo criado por Peidro, o mala. Venho agora lhes apresentar minha nota de resposta:

- O autor do texto anterior na sua incansável busca por atenção já se apresenta como egocêntrico e mesquinho logo no início do texto. Primeiramente, quero deixar bem claro que a idealização do blog foi uma busca conjunta entre mim, Peidro e O_Luz, para melhor apresentar nossas obras intelectuais para o mundo, e, como comprovação, alego que tenho testemunha fidedigna que estava presente no nascimento do Filosofia Butequeira.

- Ao reclamar das minhas tentativas de expor o nosso aclamado blog ao mundo globalizado o referido autor demonstra sua intenção esgoística de manter o blog fechado aos olhos externos. Ora caro leitor, se assim quiséssemos, deveríamos ter criado um diário para ser mantido trancafiado e escondido, e não um blog aberto a todos que se interessarem pela boa escrita.

- Em segundo plano, Peidro, o mala, alega que meu interesse em divulgar o blog seria para conseguir algum resultado pecuniário e não para que todos possam se deleitar com obras de tamanha grandeza. A esta acusação peço encarecidamente que me respondam caros amigos, onde estão os banners? As janelas Pop-ups invadem seus desktops ao entrarem no blog? Não, isto já não basta como prova maior da minha intenção altruísta?

- Por fim, amigos, Peidro, o mala, me ameaça de morte diretamente e tenta incitar-vos a praticarem violência contra minha pessoa (algo que aparentemente funcionou como prova o comentário inverídico postado pelo meu amigo Eduardo).


- Concluindo, peço encarecidamente aos leitores que não levem em consideração as afirmações caluniosas feitas por esta alma egoísta, invejosa e rancorosa mais conhecida por Peidro, o mala.

Obrigado.
Att.
Sr. Mineiro


Voltamos agora com nossa programação normal.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Elucubrações de um blogueiro auto-centrado (não. Não é egocêntrico!)

Quando eu criei este magnânimo espaço cultural, o fiz com propósitos exclusivamente inúteis. Eu só queria compartilhar algumas pérolas que vagueavam por este pedaço oco (dito por más línguas desproporcional) que se situa sobre o meu pescoço. Sabendo da minha ideia, os colegas aqui presentes resolveram compartilhá-la comigo e eu, ingenuamente, não os impedi.
Mal sabia eu que o inimigo dormia ao lado. Ops, dormia não, que a gente não é baitola. Juro! Assim, retifico: escrevia ao lado.
Não me refiro ao O_Luz, porque esse não escreve bosta nenhuma (não me refiro, necessariamente, ao aspecto qualitativo, mas antes ao quantitativo, sem, por óbvio, desconsiderar aquele, dependendo dos critérios do leitor).
Trago, sim, à baila este tal de Minero que faz propaganda do blog no orkut, facebook e mini-blogs de passarinho azul, retirando a alma não-mercadológica do (Meu! Meu! É só meu! Bwahh-ahh-ahh!) blog!*
Além disso, esse comedor de pão-de-queijo escreve tanta asneira, que me leva a fazer posts completamente sem assunto (vide este mesmo) só pra não perder dele na corrida de posts (porque quando muito, eu fico na frente por 2, como depois da publicação deste). E oras... eu TENHO que ficar na frente! Eu que criei isso aqui! Eu! Yah-Bah-d... não, errei. Bwahh-ahh-coff-argh-blerght. Merda, engasguei. Enfim, morte ao Minero-pimpão! **/***


* diria o leitor mais chato: “ah, mas o número de visitas só aumenta porque ele faz propaganda!”, ao qual eu respondo: “Whatever...”.
** não tô dizendo literalmente, ok? Se ele aparecer morto semana que vem, não é minha culpa.
*** e outra, morte ao pimpão, mas só até eu ter alguma ideia boa pra escrever neste espaço. Daí, eu deixo ele vivo. Mesmo porque eu até o acho razoável.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Idade

Como já dito anteriormente aqui no Blog, eu estou velho, e percebo isso pelos seguintes fatores:

• Não passo mais trotes por telefone;
• Não toco a campainha de desconhecidos e saio correndo;
• Não assisto mais Cartoon Network;
• Enjoei de Chaves;
• Não brinco mais de “lutinha” quando bêbado;
• Minhas roupas mais “descoladas” são meus ternos;
• Eu ainda falo gírias como “descolado” e “supimpa”.

Isto tudo somado aos fatores menos importantes como cabelos brancos, dor nas costas e meu ódio contra jovens e felicidade provam que estou velho e ranzinza!

Mas não estou reclamando, gosto de quem sou hoje, só sinto falta do Chaves.


Se ele pode ficar velho eu também posso!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Histórias Etílicas II

O post abaixo, do meu colega mineiro Minero, me trouxe reminiscências alcoólicas. E também constatações tristes. Diferentemente dele, eu sinto falta, sim, da época em que “bebíamos infinito”, como o próprio costumava dizer. Naquele tempo, as contas nunca ficavam acima de 50 reais, porque a gente só bebia.
Hoje não. O nosso organismo exige uma porçãozinha junto, porque de outro modo, vai mandar tudo pra fora. O meu também exige, mas em geral porque eu estou sempre com fome (e em casa nunca tem comida).
No fim, a conta chega enorme e na hora de dividir, já viu né? E ninguém fica feliz com o resultado (mas isso é, definitivamente, assunto pra outro post).

E quando não tinha Antarctica, Brahma ou, na pior das hipóteses, Skol pra beber? Dane-se! Ou melhor, danava-se! Schin (nova ou velha), Zani, Crystal e até álcool de posto puro (tá, esse foi sem querer) foram goela abaixo.
Hoje não. Somos pessoas responsáveis e em dia de semana, quando saímos, é só um pouco de álcool, em poucas quantidades e sempre inserido em bebidas fermentadas.

Mas é verdade que, pelo menos boa parte das cagadas viraram peça de museu (literalmente, porque são expostas e analisadas cientificamente sempre que possível, inclusive aqui).
Que nem aquele “amigo nosso” que deixou um pacote de bermudas pertencente a um colega com o atendente de um hotel. Mas este colega não estava hospedado em hotel algum! Pior é que ao invés de deixar os nomes do remetente e destinatário, o cara me dita ao atendente os respectivos apelidos. Daí, o dono das bermudas, tal qual o James Bond chega no hotel em que não está hospedado, só pra pegar um pacote deixado pra ele, perguntando: "Sou o Tiuzão. Me passa o pacote secreto que o Salsicha deixou pra mim."
Pior aquele “outro amigo” que esqueceu só os documentos (e levou o resto da carteira. Ahn?) no carro da mãe de outro colega. Com a mãe dele dentro!

Enfim... águas (que passarinho não bebe) passadas. E repassadas mil vezes.


Histórias Etílicas

Já fui melhor para aguentar bebida, hoje em dia eu me considero um n00b, não consigo mais beber destilados, só bebo cerveja e fico muito bêbado, não sei se é a idade chegando ou meu fígado pedindo arrego.

Sinto falta de quando eu bebia todas e não queria ir embora. Hoje, na primeira chance, eu escapo e saio de fininho, seja a pé, de táxi ou de carona, mas sempre antes que as coisas se descontrolem. Quando percebo que estou ficando sentimental, violento ou não conseguindo falar sem enrolar a língua dou sumiço.

Outrora eu bebia todas e acordava de cueca e meia na porta da pousada que me hospedava, dizendo para o dono que eu tinha sido assaltado (cheguei, deitei na varanda, arranquei minhas roupas, dormi e acordei sem lembrar o que tinha acontecido). Ou então eu acordava em um posto a meio caminho de Cambé, vestido de árabe, sem carteira nem celular e com uma frentista me varrendo e rindo (sim caro leitor, minhas “pregas” estavam inteiras).

Estas histórias me perseguem até hoje, sempre são utilizadas para encerrar discussões:

EU: - Pô, este teu time tá horrível!
FULANO: - Pelo menos ele não acordou em Cambé!

ou

EU: - Cara, não acredito que você vai comprar isso!
SICRANO: - Melhor comprar isso que acordar em Cambé!

Pensando bem, não sinto falta desta época não. Ainda bem que meu fígado ou meu cérebro não aguenta mais. Vou continuar desta forma que assim ficamos eu, minha moral e o meu “boga” mais seguros.


Curitiba (Axl), Perdiga (Velha), Eu (Árabe), Pigmeu(Mulher Feia da Porra) antes da fátidica festa.


Ps1.: As histórias são maiores e mais bem detalhads, porém ficariam muito grandes no post. Para os que não as conhecem quem sabe um dia eu as conto aqui no blog.
Ps2.: Tá todo mundo tão magrinho na foto!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Regras de elevador

Eu tenho problemas com elevadores. Nunca sei como agir com as pessoas dentro dele. Pior é que eu trabalho no 18º andar, mais conhecido como último. Então, involuntariamente, eu sirvo de ascensorista. Sorte que tem aquele botãozinho que fecha a porta mais depressa!
Mas o pior não é ter que realizar essa via crucis de ascensorista pra chegar no escritório. O horrível é não saber o que fazer quando alguém está comigo no elevador. Será que eu devo puxar um papo? E se ele for parar no 2º andar?
- Oi, tudo bem?
- Ah, mais ou menos, viu? Ontem, um domingueiro bateu no meu carro e fugiu. Daí eu xinguei muito no...
- [plim!] Opa, desculpa aí, mas esse é o meu andar.
- Ah... até mais. Bom convers... [a porta fecha].

Ok. Então eu não puxo papo. Mas devo cumprimentar? Digo só um “Tudo bem?” genérico ou ajo mais concisamente ainda e apenas aceno com a cabeça? Não, acenar é muito complicado, porque não pode ser de baixo pra cima e muito menos com as sobrancelhas levantadas, pois a pessoa pode achar que o gesto significa um “Que é que foi, pô?”. E neste ponto o negócio pega, porque você não tem pra onde fugir.

OK. Não puxo papo e não cumprimento. Mas e quando a pessoa sai do elevador? Até então eu nem olhei pra pessoa! Seria falta de educação não dizer nem um “tchau” ou “até logo”? Mas e se a pessoa for meio psicopata? Daí, encontra comigo na rua e:
- Olá, doutor!
- Olá. Desculpa, mas te conheço?
- Claro que sim! Você sempre me dá um “tchau” no elevador e eu respondo com um “até mais ver”! Quer ser padrinho no meu casamento?

Ok. Vou mudar de escritório ou começar a acordar mais cedo pra ir de escada. Não... Eu vou é parar de sair de casa.


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pelo Domingo

Bom, em primeiro momento gostaria de me desculpar pelo tempo que fiquei sem postar neste festejadissimo blog. Em segundo gostaria de me desculpar novamente de fugir do tema do mesmo neste post.

Hoje conheci por acidente um senhor que me fez pensar sobre a importância da relação pai-filho...Realmente não sou uma pessoa muito emocional, mas nossa conversa mexeu comigo, me lembrou de uma musica que diz tudo que um filho (ao menos) deveria a um pai... segue a mesma

Já faz mais de vinte anos que estou preso
Estou pagando por um crime que eu cometi
Olhos verdes são ternura me levaram a loucura
E por isso estou aqui,
Alguém vive lá contando minuto e hora
Para me ver em liberdade,
Esse alguém não sei porque,
Não quer mais me ver sofrer e gosta de mim de verdade

Deus ouviu minhas preces e me atendeu ,
Em graça e sabedoria a criança cresceu

Domingo no mesmo horário um homem de olhos claros
Vem aqui me visitar,
De gravata e barba feita, traz em sua face perfeita
Esperança no olhar,
Como se fosse um amigo ele fica aqui comigo
E me faz bem vê-lo ficar,
Uma hora me olhando com os olhos lacrimejando
Diz que vai me libertar

Deus ouviu minhas preces e me atendeu,
Em graça e sabedoria a criança cresceu

Um dia no mesmo horário
O homem de olhos claros novamente apareceu,
Disse eu vim pra te buscar
Você vai me acompanhar sou advogado seu,
Minha mãe já me contou
Que um dia você matou só porque amou demais,
Eu sou aquela criança
Seu filho sua esperança e vim te libertar meu pai.

Deus ouviu minhas preces e me atendeu,
Em graça e sabedoria a criança cresceu

Hoje estou em liberdade
Mas confesso na verdade ainda continuo preso,
Nas lembranças do passado
O homem de olhos claros
Que com pensamentos raros me tirou dessa prisão,
Tinha nos olhos um brilho
Este homem é o filho que pedi em oração.

Deus ouviu minhas preces e me atendeu,
Em graça e sabedoria a criança cesceu.

J.P. & Daniel

Minha singela homenagem ao dia dos pais.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Aos Defectivos

O blog anda meio às moscas, pois seus criadores estão muito ocupados bebendo, saindo, festando, etc.. Peço desculpas aos leitores e lhes trago meu primeiro (e provavelmente único) post gramatical.

Tenho pena dos verbos defectivos, sempre pensei neles como órfãos, coitadinhos. Eles vivem lá, na terra da gramática, envoltos por todos aqueles verbos que tem sua família completa (conjugação inteira).

Portanto decidi criar este post para homenageá-los com algumas frases (ao menos alguns deles):

  • Eu me ADEQÜO aos meus amigos.
  • Se continuar bebendo todo dia eu FALO.
  • Eu DOUO só de pensar em dentista.
  • De vez em quando eu FEDO.
  • Hoje eu EXPLODO de raiva.
  • Eu sempre EXTORQÜO o Pedro.

Não me esquecendo também dos seguintes: ABOLIR, REAVER, BANIR, CARPIR, COLORIR, RUIR, EXAURIR, DELINQÜIR, PARIR, entre outros que também moram no meu coração (perdão por não criar uma frase para cada um).


Por fim mando um grande abraço a todos os verbos defectivos e dedico meu apoio a estes.