quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Histórias Etílicas II

O post abaixo, do meu colega mineiro Minero, me trouxe reminiscências alcoólicas. E também constatações tristes. Diferentemente dele, eu sinto falta, sim, da época em que “bebíamos infinito”, como o próprio costumava dizer. Naquele tempo, as contas nunca ficavam acima de 50 reais, porque a gente só bebia.
Hoje não. O nosso organismo exige uma porçãozinha junto, porque de outro modo, vai mandar tudo pra fora. O meu também exige, mas em geral porque eu estou sempre com fome (e em casa nunca tem comida).
No fim, a conta chega enorme e na hora de dividir, já viu né? E ninguém fica feliz com o resultado (mas isso é, definitivamente, assunto pra outro post).

E quando não tinha Antarctica, Brahma ou, na pior das hipóteses, Skol pra beber? Dane-se! Ou melhor, danava-se! Schin (nova ou velha), Zani, Crystal e até álcool de posto puro (tá, esse foi sem querer) foram goela abaixo.
Hoje não. Somos pessoas responsáveis e em dia de semana, quando saímos, é só um pouco de álcool, em poucas quantidades e sempre inserido em bebidas fermentadas.

Mas é verdade que, pelo menos boa parte das cagadas viraram peça de museu (literalmente, porque são expostas e analisadas cientificamente sempre que possível, inclusive aqui).
Que nem aquele “amigo nosso” que deixou um pacote de bermudas pertencente a um colega com o atendente de um hotel. Mas este colega não estava hospedado em hotel algum! Pior é que ao invés de deixar os nomes do remetente e destinatário, o cara me dita ao atendente os respectivos apelidos. Daí, o dono das bermudas, tal qual o James Bond chega no hotel em que não está hospedado, só pra pegar um pacote deixado pra ele, perguntando: "Sou o Tiuzão. Me passa o pacote secreto que o Salsicha deixou pra mim."
Pior aquele “outro amigo” que esqueceu só os documentos (e levou o resto da carteira. Ahn?) no carro da mãe de outro colega. Com a mãe dele dentro!

Enfim... águas (que passarinho não bebe) passadas. E repassadas mil vezes.


2 comentários:

  1. Tá mais pra Munrá(entederam?!Mun-rá ¬¬), mas compartilho das idéias, acredito que até mais recentemente paramos de fazer(beber) certas coisas... como diria um grande filósofo quitanda de bar... 'é as crise dos 20' \o/

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