quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Histórias Etílicas

Já fui melhor para aguentar bebida, hoje em dia eu me considero um n00b, não consigo mais beber destilados, só bebo cerveja e fico muito bêbado, não sei se é a idade chegando ou meu fígado pedindo arrego.

Sinto falta de quando eu bebia todas e não queria ir embora. Hoje, na primeira chance, eu escapo e saio de fininho, seja a pé, de táxi ou de carona, mas sempre antes que as coisas se descontrolem. Quando percebo que estou ficando sentimental, violento ou não conseguindo falar sem enrolar a língua dou sumiço.

Outrora eu bebia todas e acordava de cueca e meia na porta da pousada que me hospedava, dizendo para o dono que eu tinha sido assaltado (cheguei, deitei na varanda, arranquei minhas roupas, dormi e acordei sem lembrar o que tinha acontecido). Ou então eu acordava em um posto a meio caminho de Cambé, vestido de árabe, sem carteira nem celular e com uma frentista me varrendo e rindo (sim caro leitor, minhas “pregas” estavam inteiras).

Estas histórias me perseguem até hoje, sempre são utilizadas para encerrar discussões:

EU: - Pô, este teu time tá horrível!
FULANO: - Pelo menos ele não acordou em Cambé!

ou

EU: - Cara, não acredito que você vai comprar isso!
SICRANO: - Melhor comprar isso que acordar em Cambé!

Pensando bem, não sinto falta desta época não. Ainda bem que meu fígado ou meu cérebro não aguenta mais. Vou continuar desta forma que assim ficamos eu, minha moral e o meu “boga” mais seguros.


Curitiba (Axl), Perdiga (Velha), Eu (Árabe), Pigmeu(Mulher Feia da Porra) antes da fátidica festa.


Ps1.: As histórias são maiores e mais bem detalhads, porém ficariam muito grandes no post. Para os que não as conhecem quem sabe um dia eu as conto aqui no blog.
Ps2.: Tá todo mundo tão magrinho na foto!

2 comentários:

  1. Então é só colocar um colete sem nada por baixo, que passa por árabe na maior lá pros lados do oriente médio?

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  2. É que vc não viu a calça... KKKK

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