sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A volta do que não foi...

É meus amigos, já faz um certo tempo que não falo com vocês.

Bom, estou aqui para me retratar, quiçá com um bom "Post" (há grande controvérsia sobre minha habilidade literária), mas vamos ao que interessa...
Pensei em fazer um comentário sobre wisky, sobre o centenário do meu amado Corinthians, mas falarei sobre algo mais cotidiano... As surpresas que a vida lhe prega, meu querido!
Você(?!) já se apercebeu de como as coisas, tidas como certas, mudam de forma ímpar e célere na nossa vida?! O.o
Do nada tudo que você tem certeza que é fato, de repente, não mais que de repente mudam vertiginosamente? Aconteceu comigo, na minha conta bancária (com mais freqüência que eu gostaria), com meu time (vai Curinthiá), e com tantas outras coisas do meu (nosso) dia a dia. O certo vira duvidoso e "vice versa"... O importante é não se abalar com o que poderia ser, mas sim com o que "de repente virou", seja uma pessoa maleável, que se adapta a vida, não se abata por perder o controle de algo que, na verdade você nunca controlou...
Afinal se essa vidinha, mais ou menos, que a gente leva é simplesmente maravilhosa (salvo se o Sr. for o novo ganhador da Mega-Sena), temos de aproveita-la ao máximo, extraindo tudo que ela pode nos dar... Então bebam, comam e se divirtam das melhores formas possíveis pois no final das contas você pode acabar olhando para traz e percebendo que "não fez", ou não teve, "coragem de fazer", o que era necessário para estar (não acredito em ser) feliz a maior parte do tempo.
Tendo tudo isto exposto, re-afirmo ao antigo ditado da mamãe "Quem não chora não mama", e outro dito sabiamente pelo Governator Arnold, "Sem dor não há vitória" (No Pain, No Gain).
Sei que este testículo parece de auto-ajuda, mas na verdade é a reafirmação necessária para que possamos continuar a fazer o minimo, que muitas vezes deixamos de lado em função de coisas menos importantes, como o medo e o ego (o Pedro que mora na sua barriga), que jamais deveriam derrubar nossos objetivos, sonhos e amores.

PS: Sentimentos foram feitos para serem sentidos, não contados ou descritos. Então se entregue a eles sem pensar no porque ou nas suas consequências....

Atenciosamente,
Nelson C. Luz Netto.

5 comentários:

  1. Concordo com o Minas: o Neto não gosta de vírgulas!

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  2. Bem escrito, mas contemplativo ao extremo... isto observado, faço da pergunta da Paula a minha própria...

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  3. Bém, bém, eu num tô, mas também não tô pior do que o de costume... mas valeu o meio-elogio...

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